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Dr. Giuseppe #NaMídia

Procedimento sem cortes, enucleação endoscópica tem sido aliada no tratamento da Hiperplasia Prostática Benigna

Considerado um procedimento minimamente invasivo, a enucleação da próstata com uso do holmium laser (HoLEP) tem se mostrado grande aliada no tratamento da Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), alteração que acomete até 70% dos homens com 70 anos ou mais e é caracterizada pelo aumento do volume da próstata. O uro-oncologista da Urocentro Manaus, Dr. Giuseppe Figliuolo, destaca que a técnica tem como principais benefícios a redução no tempo de internação, menos sangramento e menores chances de sequelas.

A próstata é uma glândula que compõe o sistema genital masculino, localizada abaixo da bexiga. Seu tamanho pode variar com o avanço da idade, evoluindo para alterações como a HPB e até para o câncer de próstata – neste último caso, vários fatores podem influenciar, como a hereditariedade e causas ambientais, além de alterações hormonais.

No caso da HPB, se não tratada a tempo, pode causar problemas secundários, como danos ao sistema urinário, bexiga distendida e alterações renais significativas. Segundo Figliuolo, a doença tem como principais sintomas a dificuldade para urinar, fluxo urinário fraco ou jato urinário intermitente, incapacidade de esvaziar completamente a bexiga, esforço ao urinar, dor durante a micção e aumento da frequência urinária, além de disúria (vontade de urinar várias vezes durante a noite).

Presidente da seccional amazonense da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), o médico, que é doutor em saúde pública, explica que a HPB pode ser tratada com terapia medicamentosa, dependendo do caso. Procedimentos como a enucleação são indicados apenas para pacientes sintomáticos, cujo tratamento com medicamentos não funciona.

Como funciona

A enucleação consiste na introdução, sem cortes, de aparelho de pequeno porte com microcâmera pelo canal da uretra até a próstata e, com a utilização de um laser, promove-se o corte do tecido excedente que, em seguida, é removido com um morcelador, garantindo, assim, um baixo risco de complicações.

“A diferença entre a enucleação e a cirurgia convencional para a correção da HPB, é que na enucleação não há incisão. Isso acaba ajudando na recuperação mais rápida dos pacientes e no retorno às atividades quotidianas em um curto espaço de tempo”, destaca o cirurgião.

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